sexta-feira, 26 de fevereiro de 2016

"Para todos os garotos que amei"


"Cartas de amor são escritas não para dar notícias, não para contar nada, mas para que mãos separadas se toquem ao tocarem a mesma folha de papel".
                          Rubem Alves

Algumas não chegam a cumprir o ritual do toque, tornam-se cúmplices fiéis dos nossos mais íntimos desejos, guardam entre as linhas do papel suspiros apaixonados, frases ridiculamente clichês...
Ah o amor!

"Todas as cartas de amor são ridículas. Não seriam cartas de amor se não fossem ridículas...”.
                                                        Álvaro de Campos

Digo mais:ridículas, mas libertadoras.
Certa vez escrevi uma carta de amor, dessas cheias de coraçõezinhos margeando as páginas seguidas de apaixonados “eu te amo” ao fim da página. Nunca  foi tocada por outras mãos que não fossem as minhas.
Às vezes me arrependo de não ter enviado, não por achar que pudesse ser correspondida, mas por me dar o direito de confessar os meus sentimentos: Eu te amo, eu te amei, você foi importante pra mim...
Por que é tão difícil?
A Jenny Han me fez voltar á minha adolescência, quando os amores se revelavam inocentes e se remediavam com papel e caneta.
Uma xícara de café, biscoitinhos amanteigados e “Para todos os garotos que amei”, um livro fofo e apaixonante.




Sinopse: Lara Jean guarda suas cartas de amor em uma caixa azul-petróleo que ganhou da mãe. Não são cartas que ela recebeu de alguém, mas que ela mesma escreveu. Uma para cada garoto que amou cinco ao todo. São cartas sinceras, sem joguinhos nem fingimentos, repletas de coisas que Lara Jean não diria a ninguém, confissões de seus sentimentos mais profundos. Até que um dia essas cartas secretas são misteriosamente enviadas aos destinatários, e de uma hora para outra a vida amorosa de Lara Jean sai do papel e se transforma em algo que ela não pode mais controlar.

Bjs
Dani

Por algum motivo que desconheço, alguns comentários estão sumindo do blog , então estou fazendo print das notificações e anexando.
Mil desculpas amigos.




Nenhum comentário: